22 de setembro de 2017

Tudo sobre Desenho Técnico

A arte de representar um objeto ou fazer sua leitura por meio do desenho técnico é tão importante quanto à execução de uma tarefa, pois é o desenho que fornece todas as informações precisas e necessárias para a execução perfeita!



1.1.ETIMOLOGIA

O português desenho é um substantivo deverbal do verbo desenhar, que remonta ao latim designare, “marcar, notar, traçar, desenhar; indicar, designar; dispor, ordenar, regular, imaginar”, étimo do italiano designare.
O português desenhar (e desenho) é modernamente só “traçar (e traçado) com linhas e afins”. Desenho é qualquer representação gráfica – colorida ou não – de formas. Desenho é a expressão gráfica da forma, não se pode desenhar sem conhecer as formas a serem representadas.

Hieróglifos 

Desenho Primitivo 

Arte Moderna  

Planta Baixa 

Perspectiva Exata 


Desenho Industrial 

tradução da expressão inglesa industrial design – significa tradicionalmente o desenho, o projeto de objetos ou de sistemas de objetos industrializados normalmente fruídos na existência cotidiana, no lar, no trabalho, no lazer: do relógio de pulso, aos talheres, da bicicleta ao automóvel, do trem ao avião, dos eletrodomésticos aos instrumentos de escritório, dos móveis aos barcos, das ferramentas manuais à máquinas operatrizes


1.2.CONCEITO 

O que é Desenho Técnico? 
O desenho técnico, como citado anteriormente, é uma linguagem gráfica utilizada na indústria. 
Para que esta linguagem seja entendida no mundo inteiro, existe uma série de regras internacionais que compõem as normas gerais de desenho técnico, cuja regulamentação no Brasil é feita pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. É derivado da Geometria descritiva, que é a ciência que tem por objetivo representar no plano (folha de desenho, quadro, etc.) os objetos tridimensionais, permitindo desta forma a resolução de infinitos problemas envolvendo qualquer tipo de poliedro, no plano do papel.
 O desenho técnico é um desenho operativo, ou seja, após sua confecção segue-se uma operação de fabricação e/ou montagem. Desta forma, para fabricarmos ou montarmos qualquer tipo de equipamento ou construção civil, em todas as áreas da indústria, sempre precisaremos de um desenho técnico. 

1.3.FINALIDADE 

Ao iniciar o estudo de Desenho Técnico, você está empreendendo uma experiência educacional gratificante que terá real valor em sua futura profissão. 
Quando você tiver se tornado perito nesse estudo, terá a seu dispor um método de comunicação usado em todas as áreas da indústria técnica, uma linguagem sem igual para a descrição acurada de objetos sólidos. 
O desenho técnico é um dos mais importantes ramos de estudo em uma escola técnica, porque é à base de todos os projetos e subseqüentes fabricações. 
Todo estudante técnico deve saber fazer e ler desenhos. 
O desenho é essencial em todos os tipos de
engenharia prática, e deve ser compreendido por aqueles relacionados com, ou interessados na indústria técnica. 
Todos os projetos e instruções para fabricação são preparados por desenhistas, escritores profissionais da linguagem, mas mesmo alguém que nunca tenha feito projetos deve ser capaz de lê-los e entendê-los, ou será, profissionalmente, um leigo. 
A nossa finalidade é estudar a linguagem do desenho técnico, de tal maneira que se possa escrevê-la, de uma maneira clara, a alguém que, familiarizado com este assunto, possa lê-la prontamente quando escrita por outro alguém para tanto, é preciso conhecer sua teoria e composição básica e ficar a par das abreviaturas e convenções adotadas. 
A finalidade principal do Desenho Técnico é a representação precisa, no plano, das formas do mundo material e, portanto, tridimensional, de modo a possibilitar a reconstituição espacial das mesmas.

1.4.MODALIDADES DE EXECUÇÃO 

É comum associar-se o Desenho Técnico apenas à execução precisa por meio de instrumentos (régua, compasso, esquadros, etc.), mas ele pode, também ser executado à mão livre ou por meio de computadores. 
Cada uma dessas modalidades difere apenas quanto à maneira de execução, sendo idênticos os seus princípios fundamentais. Enquanto o “desenho instrumental” é utilizado em desenhos finais, de apresentação, de cálculos gráficos, de nomogramas, de diagramas, etc., o “esboço à mão livre” é, por excelência, o desenho do Engenheiro e do Arquiteto, pois possui a rapidez e a agilidade que permitem acompanhar e implementar a evolução do processo mental. 


1.5.COMO É ELABORADO UM DESENHO TÉCNICO 

Às vezes, a elaboração do desenho técnico envolve o trabalho de vários profissionais. 
O profissional que planeja é o projetista. Primeiro ele imagina como deve ser e depois representa suas idéias por meio de um esboço, isto é, um desenho técnico à mão livre. 
O esboço serve de base para a elaboração do desenho preliminar. 
O desenho preliminar corresponde a uma etapa intermediária do processo de elaboração do projeto, que ainda pode sofrer alterações. 
Depois de aprovado, o desenho que corresponde à solução final do projeto será executado pelo desenhista técnico.
 O desenho técnico definitivo, também chamado de desenho para execução, contém todos os elementos necessários à sua compreensão. 
O desenho para execução, que tanto pode ser feito na prancheta como no computador, deve atender rigorosamente a todas as normas técnicas que dispõem sobre o assunto. O desenho técnico mecânico chega pronto às mãos do profissional que vai executar a peça. 
Esse profissional deve ler e interpretar o desenho técnico para que possa executar o projeto.
Quando o profissional consegue ler e interpretar corretamente o desenho técnico, ele é capaz de imaginar exatamente como será o projeto, antes mesmo de executá-lo. 
Para tanto, é necessário conhecer as normas técnicas em que o desenho se baseia e os princípios de representação da geometria descritiva.

2. NORMAS PARA DESENHO TÉCNICO – ABNT/DIN 2.1. ENTIDADES NORMALIZADORAS

 A seguir temos uma lista das principais entidades de normalização: 
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas 
ASME – Sociedade Americana de Engenharia Mecânica (American Society of Mechanical Engeering)
ASTM - Sociedade Americana para Testes e Materiais (American Society for Testing and Materials) BS – Normas Britânicas (British Standards) 
DIN – Instituto Alemão para Normalização (Deutsches Institut für Normung) 
ISO – Organização Internacional para Normalização (International Organization for Standardization) JIS – Normas da Indústria Japonesa (Japan Industry Standards) 
SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva ( Society of Automotive Engeering) 


Para ter mais informações detalhadas sobre:
Tamanhos de papeis
Margens e legendas

19 de setembro de 2017

Decoração com stencil

Você já ouviu falar em stencil? É uma técnica simples, fácil e barata para decorar os ambientes da sua casa. 
Afinal paredes personalizadas dão um diferencial incrível na decoração.



Para aplicar, é possível comprar os moldes prontos ou fazê-los em papel, acrílico ou acetato. Basta desenhar e recortar o que deseja, deixando o objeto vazado para a tinta passar.

Depois de decidido os formatos, é hora de pintar. Mas vá com calma. Para não estragar com sua decoração em stencil, defina os locais onde vai pintar e que tinta vai utilizar.

Cuide para que o desenho escolhido esteja em sintonia com os móveis e que a cor utilizada seja com base na coloração da parede. 
Esses fatores são variáveis, pois cada ambiente tem seu estilo. 
Então, faça testes antes de aplicar.


Técnicas de aplicação


Você pode optar por rolos comuns, spray ou pincéis, que no caso de desenhos pequenos é a melhor alternativa. Prenda o stencil com fita adesiva, para que o molde não fique borrado e seja mais fácil de executar o trabalho.

Comece do canto superior esquerdo e vá em direção ao superior direito, assim a aplicação é ordenada e não corre o risco de ficar torta.


Finalização


Depois de aplicado em toda parede, confira e realize os pequenos retoques se necessário. Caso seus moldes sejam reutilizáveis, limpe-os com detergente neutro e deixe secando para poder utilizá-los novamente.

Nunca pareceu tão fácil decorar a sua casa, não é mesmo? 
E o melhor, caso enjoe dos desenhos é só repintar a parede com a tinta original e recomeçar o processo com stencil em novos e diferentes formatos. 





Fonte:http://www.gsp.com.br



20 de abril de 2016

Como organizar sua loja?

Olá!
Hoje eu estava estudando sobre organização de lojas...e encontrei uma matéria muito interessante e resolvi apresentá-la para vocês!

Existe um ditado em marketing que diz: você compra o que você pega; você pega o que você vê. Na hora de dispor seus produtos em uma loja física, é muito importante levar esse conceito em conta.
Estuda-se em marketing o comportamento do consumidor para saber como potencializar as vendas em um determinado local. É sabido que as pessoas costumam andar até o meio de um local ou corredor, olhar ao redor, primeiramente para o lado direito, e retornar. Pode parecer pequeno saber de uma informação dessas, mas saber disso e dispor seus produtos de forma estratégica em uma loja já faz uma diferença grande na arrecadação do fim do mês. Parece mágica, mas é marketing.


Faça o teste: a próxima vez que for no supermercado, repare como ele é feito para que você comece comprando do lado direito e vá andando por toda a loja, inclusive os cantos, como se houvesse um trajeto pré-determinado para orientar o consumidor. Isso é marketing, meu caro, PME.
As zonas dos cantos são chamadas de “sombras” e os produtos que ficam nesses locais são chamados de “geradores de tráfego”. Ou seja, não é à toa que pães, carnes, alimentos relacionados à salada e refrigerantes ficam nas pontas. E repare mais: no meio do ‘caminho’ e, de preferência, nas colunas da direita (no centro do corredor), você provavelmente encontrará os produtos mais caros. Por conta do comportamento do consumidor, eles são estrategicamente colocados lá, assim como as “gôndolas”, que deixam os produtos em exposição (e são negociadas nos supermercados).

Para ajudá-los a dispor melhor seus produtos e vender mais, o Pensando Grande separou algumas dicas:


1- Defina os produtos geradores de tráfego: o que leva as pessoas a irem à sua loja? Quais são os produtos mais procurados e que ‘saem’ bastante? Eles são coisas que realmente levam o consumidor a se deslocar para a sua loja? Provavelmente são esses os produtos geradores de tráfego da sua PME. Coloque-os nos cantos, fazendo com que o consumidor tenha que andar mais até ele. Isso fará com que o cliente tenha mais contatos com os outros produtos e esteja mais propenso a gastar. Lembre-se: se ele não vê, não pega. E se não pega, não compra.

2- Obstáculo no meio: alguns passos depois da entrada da sua loja, coloque um móvel bem no centro. A distância vai depender do tamanho da loja, mas entre 3 a 5 passos é um bom ponto de partida. Em cima da mesa, coloque produtos mais baratos ou uma decoração. Isso vai forçar seu cliente a andar para o lado direito, onde estarão as peças que você mais deseja vender.
Dependendo do tamanho da sua loja, é recomendável utilizar a tática várias vezes (lembre-se do supermercado).

3- Treine seus funcionários: o obstáculo também serve para facilitar o atendimento. Na hora que o cliente parar na mesa de centro, um atendente, gentilmente, pode se oferecer para ajudá-lo. Dessa forma, cria-se o laço com o consumidor e você consegue apresentar a ‘cara’ do seu serviço e da marca logo no início.


Preste atenção nesses detalhes, nas lojas de seus concorrentes bem-sucedidos e repare se eles não aplicam alguns desses conceitos. Implemente-os na sua PME também e perturbe a concorrência.

Fonte: pensandogrande.com.br

11 de janeiro de 2016

10 livros sobre design que você precisa ler


O livro é praticamente um dicionário, só que de cores. Lá você vai encontrar pesquisas e estudos realizados sobre o estudo das cores, como também o significado de cada cor inserido dentro de um contexto histórico porque podemos dar aquela determinada cor aquele sentido. Não apenas isso, por meio das pesquisas apresentadas no livro ele também mostra a preferência do público por determinada cor e como aquela cor afeta a nossa percepção sobre o mundo.


Este livro faz parte de uma série lançada pela Rosari. Usando de uma linguagem bem humorada, o livro fala sobre as mudanças que o design sofreu no decorrer século XX. Os autores discutem as transformações do passado e aquelas que estão por vir: esse universo visual onde não existe mais o cheiro das tintas, nem o manuseio do papel; nem tempo para reflexão sobre o processo de trabalho.


Ainda com dificuldades de como criar um manual de identidade visual? Então esse livro vai te ajudar muito! O livro é muito dinâmico e interativo, pois ele cria um manual dentro do livro enquanto ele te explica pra quê aquilo serve e a forma correta de você apresentá-lo para o cliente, durante sua leitura você também pode aproveitar pra ir colocando em prática conforme vai lendo.


Este livro traz várias referências para te ajudar na hora de criar o design de um aplicativo, nele você vai encontrar mais de 70 padrões de design ilustrados por mais de 400 screenshots para praticamente todos os tipos de aparelhos móveis.



Este livro traz a importância de incluir um designer nas equipes de gestão, principalmente nos departamentos voltados a planejamento e gestão das marcas das empresas. Ele busca mostrar o quão coplexo é o processo, a geração e a manutenção da identidade de uma organização.


Sabe aquela felicidade de ver o seu trabalhando tomando forma? Então, é exatamente disso que se trata esse livro. Por meio de estudos de caso ele mostra desde o início ao fim da criação dos cases lá apresentados, como também as idas e vindas durante o processo criativo até para chegar a apresentação final do projeto.


Este livro é ideal pra quem entende e quem não entende de Design Thinking. Ao utilizar uma linguagem leve e embasada ele fala sobre as utilidades do design thinking e como utilizá-lo para otimizar seu trabalho e seus trabalhos.



Este livro é uma introdução a tudo aquilo que todo estudante ou profissional de desenho gráfico deve saber sobre tipografia. E torna a leitura dinâmica ao combinar história, teoria e prática, ao utilizar  diagramas explicativos e materiais sobre composição de textos, escolha de tipos e uso da cor.



Este livro vai trabalhar com a sua percepção do design. Criado em vários momentos presentes na vida profissional dos autores, o livro foi construído a partir da discussão dos autores e conta com textos voltados para arte, design, multimídia, interatividade.


Utilizando de forma muito dinâmica e descontraída o autor descreve, ainda de forma didática, formas de você cuidar da sua vida financeira como designer. E dicas que vão de como custear cada job até saber se é hora ou não de abrir seu próprio negócio.

Fonte: designculture

6 de janeiro de 2016

Dicas para home office pequeno

Está querendo montar um home office? aqui estão várias dicas que vão te ajudar muito!
A primeira coisa que você tem que fazer antes de montar o seu home office é se perguntar o seguinte:
– quantas horas por dia eu vou trabalhar?
– quanto eu posso gastar?
– só eu vou usar este espaço?
A partir dessas respostas você vai fazer escolhas mais inteligentes para a sua área de trabalho. Se o home office for compartilhado, por exemplo, é melhor você comprar uma cadeira com revestimento lavável e ter um pequeno arquivo ou gaveta com cadeado, para não correr o risco de ter danoninho pingado em um contrato. Sabe como é?
Agora mais dicas de aproveitamento:
Home office pequeno – Como aproveitar o espaço
– apostar em cores claras é a melhor forma de ampliar o ambiente pequeno. A regra básica é: o claro amplia, o escuro diminui. Se você curtir um contraste, tipo black and white, escolha acessórios ou detalhes escuros

– vidro e acrílico são ótimas escolhas para o mobiliário. Já existem no mercado várias opções de móveis assim. A mesa pode ser um tampo sobre dois cavaletes e a cadeira pode ser alguma na linha Louis Ghost ou uma DKR transparente 


– não entulhe o seu home office. Segure a mão nos apetrechos de escritório, por mais fofos, geeks ou originais que eles sejam, pense antes se ele vai ter uma função e onde vai ser colocado. Se não passar nesse filtro, nem compre


– agora olhe para baixo. Você teria algum espaço embaixo da mesa para um arquivo, uma lixeira ou algumas caixas empilhadas (bonitas, claro)? Lembre que você vai precisar de espaço para armazenamento (papéis, carregadores, etc.) 


– luz natural é ótima e você deve considerá-la no seu home office (só cuide pra não fazer reflexo no monitor). Você também vai precisar de uma luminária para ter luz direcional na sua bancada. Procure por modelos mais fininhos ou aquelas de prender no laptop.


– cole na lateral da sua mesa, da prateleira ou até na parede pequenos ganchos para guardar a bolsa, os fones de ouvido e outros itens que use com frequência 


Móveis home office pequeno 
– o melhor aproveitamento de espaço no home office pequeno é com móveis sob medida. Assim você consegue usar cada cantinho, especialmente com as soluções de bancada em L ou em T


– se fizer um móvel planejado no seu home office, já pense em soluções como: espaço para esconder um multifuncional em um gavetão, trilhos para pastas de arquivo, canaleta para esconder tomadas e cabos, etc. 


– um tampo retrátil é uma solução inteligente para aproveitar o espaço de bancada que você já tem. Quando for trabalhar, puxe o tampo para fora. Quando encerrar o trabalho, recolha-o.


– ao pesquisar os móveis, tenha sempre contigo as medidas do espaço que tem disponível. Saiba quanto a mesa e a cadeira devem medir para não atravancar a casa.


– meça também a altura e a largura da mesa para receber a cadeira. É bem fácil a gente se empolgar com uma cadeira maravilhosa e depois perceber que ela não encaixa na mesa… Ah, ao comprar a cadeira veja se ela tem regulagem de altura.


– básico da ergonomia: a bancada/mesa tem que ter no mínimo 50 cm de profundidade, 75 cm de altura e você deve ficar com os pés inteiros no chão (ou em um apoio) e os joelhos em ângulo de 90 graus.


– veja se o seu home office não se encaixa em um armário, no closet ou embaixo da escada. Use a criatividade para encontrar espaços inusitados para o seu cantinho de trabalho.


– quando o home office compartilha espaço com outro ambiente, usar uma pequena divisória como um biombo ou uma estante dupla face ajuda a diferenciar o espaço. Já aproveite este espaço para fazer um painel de recados e tarefas do seu escritório em casa.


– uma bancada fixa na parede, sem pés, poupa muito espaço.


– se tiver um pouco mais de espaço, coloque um arquivo ou estante no seu home office para guardar os materiais e papelada do escritório.


– uma mesa com gavetas é sempre melhor para esconder as miudezas e ao mesmo tempo tê-las ao alcance.


– falando nisso, notebook é sempre melhor que um desktop no escritório pequeno. Ocupa bem menos espaço e é mais fácil de levar de um lado para o outro. Outra saída, se tiver monitor, é fixá-lo na parede ou em um braço articulado. Assim, você libera um espaço precioso na bancada.

Fonte:http://www.gohome.com.br/













30 de dezembro de 2015

Decoração Reveillon


Olá pessoal!
o Ano já está em seus últimos dias e você que vai fazer uma reunião com amigos e familiares pode fazer uma decoração simples e marcante para passar esse momento com grande estilo.
aqui está algumas idéias que vão ficar ótimas!

Podendo usar materiais como papel metalizado, balões brancos, pratas e dourados e também fazendo uma arvore de galhos secas e pendurar seus desejos para o próximo ano! tenho certeza que todos iram gostar.
Já quero desejar a todos um Feliz Ano Novo e que Deus venha abençoar e realizar o desejo do coração de vocês <3 Bjsss






7 de dezembro de 2015

Direito Autoral para o Designer

O direito autoral é um tema que assombra alguns profissionais na área de design, principalmente quem trabalha como profissional autônomo. 
vamos abordar alguns mecanismos para protegê-los de qualquer problema relacionado a autoria.
Quando o designer cria alguma arte ou produto, está fazendo isso mediante a uma encomenda de serviço de um determinado cliente. A autoria do trabalho será eternamente do designer, classificando-se como direito moral. O que foi vendido é o direito de uso da criação, no caso, direito patrimonial.
Andrade Lima (2006) cita um exemplo em seu livro “Propriedade Intelectual para Designers”:
Um designer encomenda a um pintor uma tela para decorar seu ambiente, determinando no projeto formas e cores específicas que deverão ser utilizadas. Feita a pintura, o designer pagará ao artista o valor combinado pelo serviço. O direito moral da tela é do pintor e sempre será (direito à paternidade). O direito patrimonial é cedido (no caso vendido) ao designer, garantindo a ele o uso da obra para decorar qualquer ambiente.

Segundo Strunck (2010), a autoria de um projeto também pode ser coletiva, no caso de uma empresa, onde há vários designers trabalhando em grupo para desenvolver os mais variados projetos que poderão ser comercializados pela mesma. Nesta hipótese, o profissional não pode exigir um pagamento extra, mesmo se desvinculando da empresa futuramente, pois ele recebeu os honorários pelos serviços.

 Contrato de Prestação de Serviços:
Sempre que desenvolver algum serviço para uma pessoa física ou jurídica, o designer deve certificar-se de desenvolver um contrato de prestações de serviços, garantindo seus direitos e deveres, descrevendo todos os serviços que serão desenvolvidos.

Os parâmetros para a venda dos direitos da autoria podem ser vários:
– Venda por tiragem determinada;
– Venda para uso e aplicação de determinados itens;
– Venda por prazo determinado;
– Venda com restrição geográfica.
*Uma boa dica é sempre cobrar um valor inicial para o desenvolvimento do projeto, evitando que o cliente fique com uma arte desenvolvida para aprovação que será utilizada para inspirar futuras criações de terceiros.

Como se Proteger:

A primeira técnica que pode ser utilizada para proteger suas criações é formalizá-las através do registro de direitos autorais, via formulário próprio da Escola de Belas Artes/ UFRJ. Este, por sua vez, deverá ser entregue pessoalmente ou enviado por correio (mais informações no site www.eba.ufrj.br).
A segunda técnica é criar uma cópia impressa do projeto com as devidas informações e explicações e enviá-la com AR (Aviso de Recebimento) para você mesmo. O envelope deve permanecer lacrado. Caso haja algum problema autoral que envolva a sua criação, o envio servirá como prova de que a arte foi desenvolvida na data determinada.
A terceira técnica consiste em enviar sua criação por e-mail que registre remetente, destinatário, data e hora do envio. A jurisprudência brasileira aceita o método como prova para eventuais problemas.

Referências:
Strunck, Gilberto. Viver de Design / Gilberto Strunck – Rio de Janeiro: 2AB, 2010 (6ª edição).
Andrade Lima, João Ademar de, 1976 – Curso de Propriedade Intelectual para Designers / João Ademar de Andrade Lima. João Pessoa. Editora Novas Idéias, 2006 160p.
Fonte: http://designinspirador.com.br/vivendo-de-design-2-direito-autoral/