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19 de setembro de 2017

Decoração com stencil

Você já ouviu falar em stencil? É uma técnica simples, fácil e barata para decorar os ambientes da sua casa. 
Afinal paredes personalizadas dão um diferencial incrível na decoração.



Para aplicar, é possível comprar os moldes prontos ou fazê-los em papel, acrílico ou acetato. Basta desenhar e recortar o que deseja, deixando o objeto vazado para a tinta passar.

Depois de decidido os formatos, é hora de pintar. Mas vá com calma. Para não estragar com sua decoração em stencil, defina os locais onde vai pintar e que tinta vai utilizar.

Cuide para que o desenho escolhido esteja em sintonia com os móveis e que a cor utilizada seja com base na coloração da parede. 
Esses fatores são variáveis, pois cada ambiente tem seu estilo. 
Então, faça testes antes de aplicar.


Técnicas de aplicação


Você pode optar por rolos comuns, spray ou pincéis, que no caso de desenhos pequenos é a melhor alternativa. Prenda o stencil com fita adesiva, para que o molde não fique borrado e seja mais fácil de executar o trabalho.

Comece do canto superior esquerdo e vá em direção ao superior direito, assim a aplicação é ordenada e não corre o risco de ficar torta.


Finalização


Depois de aplicado em toda parede, confira e realize os pequenos retoques se necessário. Caso seus moldes sejam reutilizáveis, limpe-os com detergente neutro e deixe secando para poder utilizá-los novamente.

Nunca pareceu tão fácil decorar a sua casa, não é mesmo? 
E o melhor, caso enjoe dos desenhos é só repintar a parede com a tinta original e recomeçar o processo com stencil em novos e diferentes formatos. 





Fonte:http://www.gsp.com.br



11 de janeiro de 2016

10 livros sobre design que você precisa ler


O livro é praticamente um dicionário, só que de cores. Lá você vai encontrar pesquisas e estudos realizados sobre o estudo das cores, como também o significado de cada cor inserido dentro de um contexto histórico porque podemos dar aquela determinada cor aquele sentido. Não apenas isso, por meio das pesquisas apresentadas no livro ele também mostra a preferência do público por determinada cor e como aquela cor afeta a nossa percepção sobre o mundo.


Este livro faz parte de uma série lançada pela Rosari. Usando de uma linguagem bem humorada, o livro fala sobre as mudanças que o design sofreu no decorrer século XX. Os autores discutem as transformações do passado e aquelas que estão por vir: esse universo visual onde não existe mais o cheiro das tintas, nem o manuseio do papel; nem tempo para reflexão sobre o processo de trabalho.


Ainda com dificuldades de como criar um manual de identidade visual? Então esse livro vai te ajudar muito! O livro é muito dinâmico e interativo, pois ele cria um manual dentro do livro enquanto ele te explica pra quê aquilo serve e a forma correta de você apresentá-lo para o cliente, durante sua leitura você também pode aproveitar pra ir colocando em prática conforme vai lendo.


Este livro traz várias referências para te ajudar na hora de criar o design de um aplicativo, nele você vai encontrar mais de 70 padrões de design ilustrados por mais de 400 screenshots para praticamente todos os tipos de aparelhos móveis.



Este livro traz a importância de incluir um designer nas equipes de gestão, principalmente nos departamentos voltados a planejamento e gestão das marcas das empresas. Ele busca mostrar o quão coplexo é o processo, a geração e a manutenção da identidade de uma organização.


Sabe aquela felicidade de ver o seu trabalhando tomando forma? Então, é exatamente disso que se trata esse livro. Por meio de estudos de caso ele mostra desde o início ao fim da criação dos cases lá apresentados, como também as idas e vindas durante o processo criativo até para chegar a apresentação final do projeto.


Este livro é ideal pra quem entende e quem não entende de Design Thinking. Ao utilizar uma linguagem leve e embasada ele fala sobre as utilidades do design thinking e como utilizá-lo para otimizar seu trabalho e seus trabalhos.



Este livro é uma introdução a tudo aquilo que todo estudante ou profissional de desenho gráfico deve saber sobre tipografia. E torna a leitura dinâmica ao combinar história, teoria e prática, ao utilizar  diagramas explicativos e materiais sobre composição de textos, escolha de tipos e uso da cor.



Este livro vai trabalhar com a sua percepção do design. Criado em vários momentos presentes na vida profissional dos autores, o livro foi construído a partir da discussão dos autores e conta com textos voltados para arte, design, multimídia, interatividade.


Utilizando de forma muito dinâmica e descontraída o autor descreve, ainda de forma didática, formas de você cuidar da sua vida financeira como designer. E dicas que vão de como custear cada job até saber se é hora ou não de abrir seu próprio negócio.

Fonte: designculture

6 de janeiro de 2016

Dicas para home office pequeno

Está querendo montar um home office? aqui estão várias dicas que vão te ajudar muito!
A primeira coisa que você tem que fazer antes de montar o seu home office é se perguntar o seguinte:
– quantas horas por dia eu vou trabalhar?
– quanto eu posso gastar?
– só eu vou usar este espaço?
A partir dessas respostas você vai fazer escolhas mais inteligentes para a sua área de trabalho. Se o home office for compartilhado, por exemplo, é melhor você comprar uma cadeira com revestimento lavável e ter um pequeno arquivo ou gaveta com cadeado, para não correr o risco de ter danoninho pingado em um contrato. Sabe como é?
Agora mais dicas de aproveitamento:
Home office pequeno – Como aproveitar o espaço
– apostar em cores claras é a melhor forma de ampliar o ambiente pequeno. A regra básica é: o claro amplia, o escuro diminui. Se você curtir um contraste, tipo black and white, escolha acessórios ou detalhes escuros

– vidro e acrílico são ótimas escolhas para o mobiliário. Já existem no mercado várias opções de móveis assim. A mesa pode ser um tampo sobre dois cavaletes e a cadeira pode ser alguma na linha Louis Ghost ou uma DKR transparente 


– não entulhe o seu home office. Segure a mão nos apetrechos de escritório, por mais fofos, geeks ou originais que eles sejam, pense antes se ele vai ter uma função e onde vai ser colocado. Se não passar nesse filtro, nem compre


– agora olhe para baixo. Você teria algum espaço embaixo da mesa para um arquivo, uma lixeira ou algumas caixas empilhadas (bonitas, claro)? Lembre que você vai precisar de espaço para armazenamento (papéis, carregadores, etc.) 


– luz natural é ótima e você deve considerá-la no seu home office (só cuide pra não fazer reflexo no monitor). Você também vai precisar de uma luminária para ter luz direcional na sua bancada. Procure por modelos mais fininhos ou aquelas de prender no laptop.


– cole na lateral da sua mesa, da prateleira ou até na parede pequenos ganchos para guardar a bolsa, os fones de ouvido e outros itens que use com frequência 


Móveis home office pequeno 
– o melhor aproveitamento de espaço no home office pequeno é com móveis sob medida. Assim você consegue usar cada cantinho, especialmente com as soluções de bancada em L ou em T


– se fizer um móvel planejado no seu home office, já pense em soluções como: espaço para esconder um multifuncional em um gavetão, trilhos para pastas de arquivo, canaleta para esconder tomadas e cabos, etc. 


– um tampo retrátil é uma solução inteligente para aproveitar o espaço de bancada que você já tem. Quando for trabalhar, puxe o tampo para fora. Quando encerrar o trabalho, recolha-o.


– ao pesquisar os móveis, tenha sempre contigo as medidas do espaço que tem disponível. Saiba quanto a mesa e a cadeira devem medir para não atravancar a casa.


– meça também a altura e a largura da mesa para receber a cadeira. É bem fácil a gente se empolgar com uma cadeira maravilhosa e depois perceber que ela não encaixa na mesa… Ah, ao comprar a cadeira veja se ela tem regulagem de altura.


– básico da ergonomia: a bancada/mesa tem que ter no mínimo 50 cm de profundidade, 75 cm de altura e você deve ficar com os pés inteiros no chão (ou em um apoio) e os joelhos em ângulo de 90 graus.


– veja se o seu home office não se encaixa em um armário, no closet ou embaixo da escada. Use a criatividade para encontrar espaços inusitados para o seu cantinho de trabalho.


– quando o home office compartilha espaço com outro ambiente, usar uma pequena divisória como um biombo ou uma estante dupla face ajuda a diferenciar o espaço. Já aproveite este espaço para fazer um painel de recados e tarefas do seu escritório em casa.


– uma bancada fixa na parede, sem pés, poupa muito espaço.


– se tiver um pouco mais de espaço, coloque um arquivo ou estante no seu home office para guardar os materiais e papelada do escritório.


– uma mesa com gavetas é sempre melhor para esconder as miudezas e ao mesmo tempo tê-las ao alcance.


– falando nisso, notebook é sempre melhor que um desktop no escritório pequeno. Ocupa bem menos espaço e é mais fácil de levar de um lado para o outro. Outra saída, se tiver monitor, é fixá-lo na parede ou em um braço articulado. Assim, você libera um espaço precioso na bancada.

Fonte:http://www.gohome.com.br/













7 de dezembro de 2015

Direito Autoral para o Designer

O direito autoral é um tema que assombra alguns profissionais na área de design, principalmente quem trabalha como profissional autônomo. 
vamos abordar alguns mecanismos para protegê-los de qualquer problema relacionado a autoria.
Quando o designer cria alguma arte ou produto, está fazendo isso mediante a uma encomenda de serviço de um determinado cliente. A autoria do trabalho será eternamente do designer, classificando-se como direito moral. O que foi vendido é o direito de uso da criação, no caso, direito patrimonial.
Andrade Lima (2006) cita um exemplo em seu livro “Propriedade Intelectual para Designers”:
Um designer encomenda a um pintor uma tela para decorar seu ambiente, determinando no projeto formas e cores específicas que deverão ser utilizadas. Feita a pintura, o designer pagará ao artista o valor combinado pelo serviço. O direito moral da tela é do pintor e sempre será (direito à paternidade). O direito patrimonial é cedido (no caso vendido) ao designer, garantindo a ele o uso da obra para decorar qualquer ambiente.

Segundo Strunck (2010), a autoria de um projeto também pode ser coletiva, no caso de uma empresa, onde há vários designers trabalhando em grupo para desenvolver os mais variados projetos que poderão ser comercializados pela mesma. Nesta hipótese, o profissional não pode exigir um pagamento extra, mesmo se desvinculando da empresa futuramente, pois ele recebeu os honorários pelos serviços.

 Contrato de Prestação de Serviços:
Sempre que desenvolver algum serviço para uma pessoa física ou jurídica, o designer deve certificar-se de desenvolver um contrato de prestações de serviços, garantindo seus direitos e deveres, descrevendo todos os serviços que serão desenvolvidos.

Os parâmetros para a venda dos direitos da autoria podem ser vários:
– Venda por tiragem determinada;
– Venda para uso e aplicação de determinados itens;
– Venda por prazo determinado;
– Venda com restrição geográfica.
*Uma boa dica é sempre cobrar um valor inicial para o desenvolvimento do projeto, evitando que o cliente fique com uma arte desenvolvida para aprovação que será utilizada para inspirar futuras criações de terceiros.

Como se Proteger:

primeira técnica que pode ser utilizada para proteger suas criações é formalizá-las através do registro de direitos autorais, via formulário próprio da Escola de Belas Artes/ UFRJ. Este, por sua vez, deverá ser entregue pessoalmente ou enviado por correio (mais informações no site www.eba.ufrj.br).
segunda técnica é criar uma cópia impressa do projeto com as devidas informações e explicações e enviá-la com AR (Aviso de Recebimento) para você mesmo. O envelope deve permanecer lacrado. Caso haja algum problema autoral que envolva a sua criação, o envio servirá como prova de que a arte foi desenvolvida na data determinada.
terceira técnica consiste em enviar sua criação por e-mail que registre remetente, destinatário, data e hora do envio. A jurisprudência brasileira aceita o método como prova para eventuais problemas.

Referências:
Strunck, Gilberto. Viver de Design / Gilberto Strunck – Rio de Janeiro: 2AB, 2010 (6ª edição).
Andrade Lima, João Ademar de, 1976 – Curso de Propriedade Intelectual para Designers / João Ademar de Andrade Lima. João Pessoa. Editora Novas Idéias, 2006 160p.
Fonte: http://designinspirador.com.br/vivendo-de-design-2-direito-autoral/



25 de março de 2014

A diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador

A diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador


É comum confundir decorador, designer de interiores com o arquiteto. 
Surge a pergunta: 
Qual a diferença entre o arquiteto, o design de interiores e o decorador? 

O decorador é aquele profissional formado (ou não) em um curso de curta duração ou é um autodidata. 
Suas atribuições são muito restritas, pois seu conhecimento sobre vários componentes de uma obra é nulo. 
Sua função restringe-se à escolha de acessórios, móveis ou cores sem que altere fisicamente a obra. 
Não pode interferir no ambiente nem mesmo no detalhamento de mobiliários cuja atribuição é do designer de interiores.


O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. 
A reconstrução do espaço através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas. Porém seu trabalho restringe-se a ambientes internos, é o profissional habilitado para atuar em projetos de interiores, auxiliando o arquiteto a resolver os espaços da edificação de forma a atender melhor as necessidades do cliente, para complementar o fechamento da obra.



O arquiteto e sua formação se dão através dos cursos de arquitetura e urbanismo

A formação em um curso de arquitetura permite que atue em várias áreas como: estudo e planejamento de projetos, execução de desenho técnico, elaboração de orçamento, padronização, mensuração e controle de qualidade, execução de obra e serviços técnicos. 
Seu trabalho se inicia a partir do momento em que se escolhe o terreno para a construção, ou seja, a implantação de seu projeto; com parecer sobre localização, legislações idílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos.


Fonte: http://novo.caupi.org.br/?p=3217

8 de novembro de 2013

Ergonomia - a ciência do conforto

Olá pessoal!!

Você sabe o que é ergonomia? A palavra vem do grego “ergon” (trabalho) e “nomos” (regras) e, a grosso modo, está relacionada à capacidade de adaptarmos o meio para atender fisicamente nossas necessidades da maneira mais correta. Em arquitetura, esse termo é usado para definir como podemos usar um determinado ambiente de forma segura e confortável.
Por exemplo: se você tem um sofá e uma mesinha de centro na sua sala de estar, será que existe uma distância segura para que possamos andar entre os móveis sem sofrer acidentes?
Depois de vários estudos, chegou-se à conclusão de que existem medidas ideais que devem ser respeitadas em casa para que você possa usufruir do local sem apertos e esbarrões. Confira abaixo algumas dessas medidas:
Na sala de estar: é bom deixar um espaço de pelo menos 50 cm entre o sofá e a mesinha de centro; assim você não corre o risco de bater na mesa quando circular por ali. Se sua TV for presa na parede, o centro (eixo horizontal) dela deve estar a 1,20m do chão.

Na sala de jantar: o espaço de cada cadeira pode ser de 50 cm. Se houver parede, é interessante que a extremidade da mesa fique a 90 cm dela, no mínimo. Já a altura confortável da mesa é de 75 cm.

Na cozinha: a altura da bancada pode variar entre 85 e 90 cm para que se trabalhe confortavelmente nela. Sua profundidade geralmente é de 60 cm para caber com folga as cubas e torneiras e ainda sobrar espaço para manuseio.

Nos banheiros: as bancadas podem ter a mesma altura da bancada de cozinha, mas se tiver cubas de apoio (aquelas que literalmente apoiam em cima do tampo da pia), a altura da bancada dependerá da altura da cuba; o importante é que a altura final, seja ela do tampo ou da cuba, esteja entre 85 e 90 cm. Já a largura mínima do box deve ser de 80 cm.

Nos quartos: a distância mínima para circulação deve ser de 60 cm; usar menos que isso vai dar uma sensação de aperto ao cômodo. Guarda-roupas devem ter profundidade mínima de 55 a 60 cm para caber os cabides com folga.
Vaga de garagem: para cada carro, é interessante deixar uma largura de 2,50 m para que se possa abrir as portas do veículo sem encostar em nada.
É importante lembrar que essas são medidas padrão, mas elas podem variar de acordo com a altura das pessoas que utilizarão o local ou conforme o projeto arquitetônico. Agora que você aprendeu um pouco mais sobre medidas ergonômicas, que tal mudar a disposição dos móveis para que sua casa fique ainda melhor?
Espero que tenham ajudado!!

4 de outubro de 2013

Porque contratar um Designer de ambiente??

São inúmeros os motivos que levam alguém a contratar um Design profissional: 
não têm tempo, sabem o que querem mas não sabem executar, não têm noção nenhuma de decoração e/ou daquilo que querem especificamente para a sua casa.
Um decorador profissional tanto pode decorar uma casa inteira como uma divisão apenas…





O que faz a diferença?



  • Faz um estudo prévio da casa e do lifestyle dos seus proprietários para enquadrar na proposta que apresentará.
  • Tem largos conhecimentos e experiência em todo o tipo de matéria relacionada com o design de interiores – desde o aproveitamento de espaço, escolha de cores, tipo de tintas, têxteis, padrões, texturas, à disposição de mobília, conjugação de todas as peças, melhor tipo de iluminação, criação de ambientes temáticos, etc.
  • Analisa e trabalha todos os projetos não só de um ponto de vista estético, mas também em termos práticos e funcionais.
  • Sempre atentos às atuais tendências do mercado e devido à sua experiência, podem sugerir ideias inovadoras e sobre as quais nunca teria pensado.
  • Pode ajudar duas pessoas a chegarem a um consenso relativamente a divergências sobre como decorar o quê.
  • Conhecem e têm muitas parcerias com outros profissionais da área da decoração: arquitetos, pintores, carpinteiros, fábricas de revenda, etc, que pode revelar-se muito vantajoso para os clientes.
  • Será uma experiência menos stressante, pois terá um profissional a tratar e a lidar com todas as outras pessoas necessárias ao projeto, ou seja, não tem de se preocupar em encomendar o sofá ou supervisionar a pintura das paredes.
  • São peritos em trabalhar dentro do orçamento pré-estabelecido pelo cliente.
  • Ter a sua casa assinada por um designer de interiores de renome – um orgulho e uma vantagem na hora de vender.

Fonte: http://eudecoro.com.br/